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Pode ser o Alzheimer uma doença emocional ?

Clínica de Psicologia e Hipnoterapia

Pode ser o Alzheimer uma doença emocional ?

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por Daniel Strucci

Novas descobertas mostram o quanto esta doença está ligada ao emocional ao longo da vida.

Para responder esta pergunta usaremos alguns estudos publicados pelo Departamento de Psiquiatria do Hospital de Harvard com base no acompanhamento do processo de envelhecimento de quase 2.000 americanos.

Sabe-se que não é uma doença adquirida somente pela idade e desgaste do corpo e sim por fatores que em conjunto levam a um quadro de demência, ou seja, as causas possuem origem multifatorial. 

Dentre os fatores emocionais que mais prejudicaram o quadro destes pacientes, destacou-se os mais importantes que são: 

  • Irritabilidade persistente
  • Tendencia à depressão ao longo da vida
  • Medos não combatidos ou controlados
  • Angústias generalizadas 

As pessoas que possuíam uma ou mais destas características ao longo da vida, possuíram muito mais probabilidade de perda de capacidade cognitiva, evoluindo para uma situação de demência, e uma boa parte das vezes para o quadro caracterizado pela demência tipo Alzheimer.

Por outro lado, as que possuíam uma estabilidade emocional mais coerente, resistente e estável ao longo da vida, chegavam a idade mais avançada com maior lucidez.

E a pesquisa ainda foi além. Entre estas pessoas com maior estabilidade emocional, percebeu-se que algumas tinham ganhos cognitivos consideráveis em relação aos outros que se mantinham estáveis ao longo de seu envelhecimento. 

Após vários estudos, foram identificadas as 3 características de personalidade destas pessoas que conseguiam maiores ganhos cognitivos, ou seja, uma melhor performance: 

1- Não guardar ressentimentos

2- Guardar e cultivar gratidão

3- Alto traço de altruísmo

Por exemplo, se pegarmos o altruísmo.

Uma pessoa que não trabalha mais e não está em fase de “produção”.

Quando ele se coloca em uma ativiade de ajudar ao próximo, resolver problemas em uma ONG, entre outros, ele ativa uma rede neural de áreas do cérebro que ficariam paradas se ele ficasse em casa. 

Pela Neurociência, comprovou-se que produzimos novos neurônios por atividade de células tronco quando ativamos áreas do cérebro especificas.

Nosso comportamento emocional então, ditará como produziremos novos neurônios e como poderemos ajudar nosso cérebro a lutar contra futuras doenças desta natureza. É importante curar feridas, trabalhar perdão e procurar inovar sempre.

 

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